Reportagem “A (tel)escola ainda não é para todos”

Convocatória: Assembleia Geral 27.06.2020
Junho 25, 2020

“André e Tiago são duas crianças com 13 anos. Em comum, além da idade, o facto de serem crianças com deficiência. Com o advento da pandemia, a sua situação escolar, que ainda não era a ideal, agravou-se. Alunos que rejeitaram aulas através do ecrã de um computador ou casos de crianças que se revoltaram, porque não percebiam a situação, nem os pais a conseguiam explicar. No dia a dia, além da Covid-19, são ainda mais os desafios que estas crianças têm de enfrentar.

Helena Albuquerque, presidente da Humanitas – Federação Portuguesa para a Deficiência Mental, adianta que, “se esta população já era prejudicada antes, neste momento, é muito mais prejudicada. É muito tempo”, acrescenta. Afinal de contas, crianças como o André e o Tiago não são apenas sujeitas ao “novo” modelo de ensino à distância, como milhares de outros jovens, mas também a terapias que têm de ser reformuladas ou, até, suspensas por tempo indeterminado.”

A Presidente da Humanitas – Federação Portuguesa para a Deficiência Mental, Helena Albuquerque, foi entrevistada pelo jornal Sinal Aberto, relativamente ao Ensino à Distância e as suas consequências nas crianças com dificuldades intelectuais e de desenvolvimento. A reportagem pode ser lida na íntegra aqui.

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